Escondidinho de mandioquinha e shitake fresco!

Desculpe-me insistir com a mandioquinha (ou batata baroa ou batata salsa), mas é que eu adooorooo! E além disso, os nutricionistas dizem maravilhas desse tubérculo que tem o índice glicêmico menor que a mandioca. Pra quem é diabético ou que está de olho na balança é bom levar este índice em conta!

Apesar do escondidinho tradicional ser feito com mandioca e as versões sem carne terem quase sempre bastante queijo,  esse escondidinho não perde nada em sabor! E olha que tem um tiquinho de gordura!

Assisti um documentário outro dia, aliás recomendo chama-se Fat X Sugar, Gordura (carnes, manteigas e etc) versus Açúcar ( doces, carboidratos e etc) . São dois irmãos médicos gêmeos idênticos que em nome da ciência fizeram cada um , uma dieta com ênfase em um desses e evitando totalmente o outro e vice e versa, para descobrir o que faz mais mal. Pra resumir muuuito ( vale assistir mesmo, se você gosta do assunto), chegaram a conclusão que o grande perigo são os dois juntos, porque a mistura é incrivelmente palatável, engorda muito mais e prejudica ainda mais a saúde! Ahaha por isso que sorvete, mousse e os salgados, escondidinhos e lasanhas são quase uma unanimidade!

Pois é, por isso esta minha luta em provar que não precisa ter tanta gordura ou farinhas refinadas pra ser delicioso. E esse escondidinho é uma prova!É  Bom , muito bom, boníssimo!

Claro que não vamos abandonar a lasanha ou o escondidinho de carne seca, mas a gente pode deixar estes pratos para ocasiões especiais. Isto não quer dizer que o escondidinho de mandioquinha não deva ser servido em dias especiais, muito pelo contrário, depois que você experimentar, servirá no almoço de domingo e olha que para uma descendente de italianos, significa a glória total rs!

Espero realmente que aprovem! Beijo e até a próxima!

 

Escondidinho de mandioquinha e shitake
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Ingredients
  1. 1 kg de mandioquinha cozida
  2. 200g de shitake fresco cortados em fatias
  3. 1 cebola cortada em rodelas finas
  4. 1/4 de xícara de saquê
  5. 2 colheres de sopa de shoyo sem glutamato monossódico
  6. uma colher de chá de pimenta calabresa ou outra de sua preferência
  7. 2 colher de sopa de azeite de oliva extra virgem
  8. Sal
Instructions
  1. Cozinhe as mandioquinha, mas não as deixe desmanchar. Tempere com sal e o azeite e amasse até formar um purê firme ( será que isso existe rs). Em uma panela leve a cebola e refogue sem nenhum óleo. Acrescente o shitake, o saquê, o shoyo e a pimenta, deixe cozinhar por 5 minutos ou até o cogumelo ficar bem macio. Ajuste o sal, já que o shoyo sem glutamato não é muito salgado, ainda bem!
  2. Monte em um refratário uma camada com metade do purê, recheie com o cogumelo e cubra com o restante do purê. Se o purê estiver bem quente, nem precisa esquentar para servir.
Notes
  1. Dica importante: Não lave os cogumelos ( todos os cogumelos), limpe-os com um pano limpo ou papel e perceberá que o resultado depois é um cogumelo tenro, muito mais macio! Use a pimenta que preferir, mas a calabresa deve ser levada em consideração rs!
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Pode ser mandioquinha, batata baroa ou batata salsa, eu gosto muito e você?

Um monte de verduras, legumes e frutas tem nomes diferentes pelo Brasil a fora! Isso é divertido até um ponto e catastrófico em outros rs! Mas quem já morou em algumas cidades do Brasil como eu, aprende uma variedade de sinônimos interessantes. Aqui em Tietê não adianta procurar escarola, você só encontra chicória. Banana maçã é diferente das que eu conhecia até então, aliás com bananas já me embananei muito na vida rs. Banana nanica em São Paulo é caturra em Curitiba. E por aí vai. Decidi pegar a banana que eu quero e não pedir pelo nome, assim eu como aquela que eu quero rs!

E funcho? Erva doce! E aipo? Salsão! E mimosa? Mexerica ou  tangerina! E  mandioquinha que é batata baroa, batata salsa, os menos avisados acabam não saboreando uma boa receita, se não ficarem ligados! É com ela que eu apresento mais uma salada. Aliás, um prato completo porque vai frango e milho , também.

 

frango korinE por falar em frango, faz tempo que eu não como frango revendido por grandes empresas. Já li tantas matérias e vi tantos vídeos sobre o assunto que não consigo cozinhar este que me parece tudo, menos bicho. Já que eu não como mamíferos, acho uma sacanagem ingerir este monte de veneno que tem nas carnes de aves que vivem confinadas! Enfim, por isso eu pago um pouco mais caro e compro o frango korin. Se achar frango caipira é difícil pra você, Korin é uma opção, pois produz frangos e ovos livres do uso de antibióticos como promotores de crescimento ou de forma terapêutica! Volto a afirmar, a gente aqui não ganha nada divulgando produtos, mas se o produto é bom, porque não compartilhar a informação?!

Então lá vai a minha salada da semana: Mandioquinha, milho e frango! 

É um prato completo, super nutritivo e absolutamente delicioso! Vale a pena experimentar!

Beijo e até a próxima! 

Salada de Mandioquinha, milho e frango.
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Ingredients
  1. 500g de mandioquinhas cortadas em pedaços.
  2. 2 espigas de milho cortadas ao meio
  3. 1 sobrecoxa de frango sem pele
  4. 1 cebola em rodelas.
  5. azeite de oliva extra virgem
  6. um ramo alecrim
  7. um punhado de manjericão
  8. um punhado de orégano fresco
  9. pimenta a gosto
  10. sal agosto
Instructions
  1. Cozinhe o frango e o milho juntos em panela de pressão com 2 xícaras de água com sal e as ervas. Depois que começar a pressão desligue depois de 5 minutos. Deixe sair a pressão naturalmente, assim termina o cozimento. Desfie o frango depois de frio. Use a água do cozimento do frango e do milho, e cozinhe a mandioquinha por 5 minutos em panela normal. Ao terminar o cozimento, desligue o fogo e coloque a cebola em fatias. Neste momento a água já evaporou bastante. Corte a mandioquinha em cubos. Misture todos os ingredientes cozido com água também, que nesta altura já virou um caldo e o frango irá absorver. Tempere com azeite de oliva extra virgem, sal e pimenta.
Notes
  1. Essa é outra salada que dispensa grandes temperos, porque os sabores dos ingredientes são bem marcantes.
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Mais uma salada: arroz negro e berinjela!

 Eu estou com muita preguiça estes dias, acho que eu gosto tanto de dezembro que  janeiro tem jeito de ressaca! Até porque acabaram as festas, as pessoas viajaram e eu fiquei rs! Antigamente este era o mês de ficar longe da praia porque chovia invariavelmente  e agora que eu não vou mais, tem um sol pra cada um rs!

Brincadeiras a parte, acho que janeiro é a hora de começar a por em prática os planos do ano, mas todo mundo ainda está em ritmo de férias e eu cheia de gás tenho que ficar  esperando , esperando até o carnaval passar, quando o ano começa rs!

 Mas, não é por isso que não vou cumprir a minha promessa de publicar minhas saladas para o projeto verão! Esta é de arroz negro hummm! Se você ainda não incluiu o arroz negro na sua alimentação, está esperando o que? Ele tem 30% a mais de fibras e 20% a mais de proteínas quando comparado com o arroz branco, e possui menos gordura do que o arroz integral, além de menor valor calórico e elevado teor de ferro.

Essa salada é maravilhosa, fiquei orgulhosa dela e com certeza ela vai pro cardápio do meu projeto 2015! Aguardem-me rsrs!

Até a próxima!

Salada de Arroz Negro e Berinjela
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Ingredients
  1. 2 berinjelas cortadas em cubos
  2. 150 g de tomates cerejas cortados em fatias
  3. 2 dentes de alho moídos
  4. 1 xícara de arroz negro
  5. 2 xícaras de água
  6. Azeite de oliva extra-virgem
  7. sal a gosto
  8. pimenta a gosto
  9. folhas de manjericão
Instructions
  1. Asse os cubos de berinjela com o alho e o sal. Reserve. Cozinhe o arroz em 2 xícaras de água e sal. Ao secar a água, o arroz estará no ponto.Deixe esfriar.. Misture o arroz, a berinjela, o tomate e tempere com azeite de oliva, sal e pimenta. Sirva com folhas de manjericão, se tiver o francês melhor, porque as folhas são pequenas e fica perfeito..
Notes
  1. Se puder, acrescentar cubos de muçarela de bufala, hummmm! Delícia! Os sabores do arroz negro e da berinjela juntos combinam tanto e fica tão bom que dispensa temperos especiais!
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É hora de salada! Que tal uma de macarrão bem leve?

E 2015 chegou! Chegou rápido né? Conseguiu fazer tudo o que planejava em 2014? Algumas coisas eu fiz e outras não! Normal, eu acho!Consegui ver e estar com meus amigos, e com as pessoas que amo! Isso eu quero em 2015, também! Estudei bastante e quero mais! Perder peso…nem um quilo, na verdade até ganhei alguns, isso foi mal rs .  Consegui manter as corridas leves, yoga,  alimentação MEGA saudável, mas a quantidade não está legal. Eu digo que o triste é que eu gosto do que cozinho e então como demais,  minha camada adiposa vai crescendo, crescendo aiaiai! 

A primeira providencia é diminuir a quantidade, já que a qualidade vai bem! Mas e esse calor hein?! Salada, frutas e muita água nesta hora! 

Eu estou fazendo uma salada bacana por dia em casa esta semana e vou publicá-las aqui neste mês. Hoje para iniciar a série, ofereço uma de macarrão de milho, sem glúten, sem lactose, sem gordura, mas beeem gostosa rs! Eu dei o nome de salada oriental porque vai curry e uma omelete bem simples que  ajuda a completar o prato com uma proteína. Aliás, este é um truque que uso, quando o minha refeição vegetaiana está muito levinha e preciso de um pouco mais de substância rs!

Então, bem-vindo 2015 e traga muitas risadas, prazeres e experiências positivas! Eu quero rs!

Beijo e até a semana!

 

Salada Oriental de Macarrão de Milho
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Ingredients
  1. 250 g de macarrão de milho, mas pode ser de arroz
  2. 1 abobrinha média ralada
  3. 1 cenoura média ralada
  4. 1/4 de xícara de uvas passas
  5. Azeite de oliva extra virgem
  6. 2 dentes de alho amassados
  7. Sal a gosto
  8. Pimenta rosa a gosto moída na hora
  9. 1 colher de chá de curry
  10. Para o omelete
  11. 2 ovos
  12. um punhado de orégano fresco
  13. um raminho de alecrim
  14. Umas folhinhas de sálvia
  15. sal
  16. pimenta a gosto
Instructions
  1. Cozinhe o macarrão, mas cuidado para não passar do ponto, este tipo de massa cozinha muuuito rápido! A parte, em uma panela refogue a cenoura, a abobrinha, as uvas passas e o alho por 2 minutos. Desligue o fogo. Acrescente o curry, a pimenta e o sal. Prepare o omelete em uma frigideira pequena. Depois de pronto, corte em cubinhos. Junte o macarrão, o refogado e o omelete em cubos e ajuste o sal. Finalize com um fio generoso rs de azeite extra virgem.
Notes
  1. Você pode trocar os legumes por seus preferidos. No omelete você pode usar todas as ervas que quiser, mas se não estiver contando calorias como eu, pode acrescentar queijo ou qualquer outro ingrediente seu predileto.
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Opções leves para ceia, também é preciso!

Fiquei num tal de publico ou não publico esta foto. Mas para o bem de quem precisa de opções leves para a ceia, decidi publicar.

Mamãe não anda bem, então resolvi  fazer peixe no domingo porque auxilia a memória, aliás foi um pedido da tia Mélia preocupada com sua irmã mais velha. Naquele domingo, fui à feira em São Paulo, com certeza um passeio delicioso.  Eram tantas cores e cheiros que me empolguei comprei peixe, camarão e muito mais.

O resultado foi um peixe feinho, mas delicioso no forno, farofa de cenoura e camarão e batata sauté versão light.  Então, entre um “hum que delícia e hum ficou muito bom”, pensei que estas poderiam ser opções de pratos leves para oferecer entre os quitutes do Natal, afinal ultimamente muita gente está de dieta ou tem restrição de lactose, glúten, gordura que se beneficiaria com estas receitas.

Minha irmã de  novo na produção da foto tentou disfarçar o peixinho feio rsrs! Aqui vai como o fiz: cebola e tomate em rodelas fazendo a cama para os filés de pescada temperados com sal, pimenta e regados de suco de limão em um refratário. Cobri com papel alumínio. Forno 15 minutos e voilá!

 Eles são fáceis, práticos e baratos e dá pra somá-los às delícias que já estão no cardápio natalino!

Natal tem que ter gosto de Natal, mas pra quem não pode ou não deve dá pra ser feliz com pratos como estes, também!

Caraca, na semana que vem já é Natal! Então, até lá!

Beijos 

Farofa de cenoura e camarão, batata sauté versão leve
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Ingredients
  1. Para a batata sauté
  2. 1 e 12 kg de batatas cozidas cortadas em cubos
  3. 1 xícara de salsinha picada
  4. 3 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem
  5. sal a gosto
  6. Para a farofa
  7. 200 gramas de camarões limpos pequenos
  8. 2 tomates picados sem pele e sem sementes
  9. 2 xícaras de farinha de mandioca
  10. 3 cenouras médias raladas ( 1 e 1/2 xícaras bem servidas)
  11. 1 cebola média em cubos
  12. cebolinha a gosto
  13. orégano fresco a gosto
  14. 1 pimenta dedo de moça sem semente picada
  15. 3 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem
Instructions
  1. Para a batata
  2. Em fogo bem baixo, em uma frigideira coloque o azeite, a salsa e a batata e refogue até a salsinha envola toda a batata, tempere com sal. Finalize com um fio de azeite.
  3. Para a farofa
  4. Refogue a cebola, azeite, tomate, pimenta. Acrescente a cenoura refogue por 2 minutos. Acrescente a cebolinha e o orégano. Acrescente o camarão, refogue por uns 5 minutos. salgue. Quando os camarões estiverem macios, acrescente a farinha. Envolva todos os ingredientes, refogue por 2 minutos e pronto!Se tiver e gostar sirva com um fio de azeite de dendê.
Notes
  1. As quantidades não são exatas, você pode e deve abusar das ervas e pimentas, se for do paladar da maioria! Bom apetite!
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Couscous com abobrinha e berinjela, pensando no Natal!

Semana passada no dia do feriado de Consciência Negra fizemos uma reunião de família para discutir o menu do Natal. E que depois de umas cervejas decidimos que o Natal seria dia 25 e teria peru rsrs, o resto, bem o resto… a gente decidiria por whatsapp no grupo da família rsrsrs. 

Enfim gente, o Natal está ai!

Amo Natal, certa feita em uma fase não tão boa da minha vida, um psiquiatra me disse que eu não poderia deixar de tomar os antidepressivos nesta época porque não seria bom! Foi então que eu decidi mudar de médico, mudar de tratamento porque nem todos ficam tristes no Natal, eu por exemplo fico muuuuito feliz! E olha que já passei natais bem tristes,  sem meu pai, sem minha avó e mais recentemente, sem uma de minhas tias queridas! E nem por isso, não quis comemorar, muito pelo contrário, aí que é preciso juntar a família e reviver os bons momentos!

Nas próximas semanas, vou publicar aqui  algumas receitas saudáveis pra mesclar com todas as delícias que a gente fica esperando o ano todo pra comer!

E pra começar esse couscous vegetariano muito saboroso acompanha muito bem as aves, carnes e peixes de Natal, ano novo e a festa que vier!

Eu adoro esta receita, espero que gostem. Beijo e até a próxima!

Couscous com abobrinha e berinjela
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Ingredients
  1. 1 e 1/2 xícaras de couscous
  2. 1 e 1/2 xícaras de caldo de frango ou outro caldo de preferência
  3. 2 abobrinhas pequenas cortadas em cubinhos
  4. 2 berinjelas cortadas em cubinhos
  5. 2 dentes de alho
  6. 1 cebola pequena cortada em cubos
  7. folhas de manjericão
  8. folhinhas de orégano fresco
  9. pimenta rosa
  10. pimenta branca
  11. 1/3 de xícara de nozes picadas
  12. 4 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem
  13. sal a gosto
Instructions
  1. Em uma frigideira adicione 2 colheres de sopa de azeite, o alho picado ou espremido e refogue a abobrinha, a pimenta branca e sal a gosto por 2 minutos. Desligue o fogo e acrescente o manjericão. Reserve. Nesta mesma frigideira adicione 2 colheres de sopa de azeite e as nozes, deixe no fogo mínimo para "soltar o sabor" no azeite. Acrescente a berinjela,tempere com a pimenta rosa, o orégano fresco e sal a gosto, refogue por por 2 minutos. Junte os refogados. Hidrate o couscous com o caldo fervente. Adicione o couscous hidratado aos legumes e nozes. Ajuste o sal. Finalize com um fio generoso de azeite.
Notes
  1. Se não encontrar orégano fresco, pode substituir por sálvia, tomilho ou alecrim. Se não quiser fazer caldo pode hidratar com água fervente. Pode trocar as nozes por castanhas de caju, fica muito bom também!
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Novo Guia Alimentar da População Brasileira

frutas na banca“O guia é um documento oficial que aborda os princípios e as recomendações de uma alimentação adequada e saudável para a população brasileira, configurando-se como instrumento de apoio às ações de educação alimentar e nutricional no SUS e também em outros setores.  Considerando os múltiplos determinantes das práticas alimentares …, o guia alimentar reforça o compromisso do Ministério da Saúde de contribuir para o desenvolvimento de estratégias para a promoção e a realização do direito humano à alimentação adequada. “ Ok, a linguagem acadêmica é um pouquinho chata, mas se você tiver paciência, vai ler um documento inovador. 

Alimentação Saudável é o assunto que eu mais gosto. Adoro descobrir novos ingredientes e novas preparações para que o organismo absorva o máximo de nutrientes. Através de meus estudos fica cada vez mais claro que diversificar ao máximo, preferir os orgânicos, evitar os industrializados é um caminho mais curto para a saúde. 

Por isso, fiquei tão empolgada com este guia que  traduz tudo que eu prego e faço. É bom que se fale que este é uma atualização do primeiro que foi feito em 2006.

O que eu mais me encantei  foi o fato de estar livre de qualquer influencia das multinacionais, inclusive indicando o afastamento de alimentos por elas produzidos e estimular as pessoas a voltarem a cozinhar,  que na minha opinião deveria ser matéria obrigatória na escolas. 

O documento deixa de lado a nossa pirâmide nutricional tão conhecida e recomenda que a escolha de alimentos nutricionalmente balanceados para compor uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa e adaptada a cultura de cada um, ao mesmo tempo, ambientalmente sustentável; afinal comida é muito mais que nutrientes!legumes

 Foram consideradas quatro categorias de alimentos, definidas de acordo com o tipo de processamento empregado na sua produção. Alimentos in natura ou minimamente processados exemplos incluem legumes, folhas, frutas, grãos secos, polidos e empacotados ou moídos na forma de farinhas, raízes e tubérculos lavados, cortes de carne resfriados ou congelados e leite pasteurizado. A segunda categoria corresponde a produtos extraídos de alimentos in natura ou diretamente da natureza e usados pelas pessoas para temperar e cozinhar alimentos . Exemplos : óleos, gorduras, açúcar e sal. A terceira categoria corresponde a produtos fabricados essencialmente com a adição de sal ou açúcar a um alimento in natura ou minimamente processado, como legumes em conserva,frutas em calda, queijos e pães. A quarta categoria corresponde a produtos ultraprocessados. Exemplos incluem refrigerantes, biscoitos recheados, “salgadinhos de pacote” e “macarrão instantâneo”.

frutas

A ideia é a base da nossa alimentação sejam os in natura , c onsumemos poucos processados, comedidamente os feitos para temperar e evitar os ultraprocessados. Assim cada um com sua rotina, tipos físicos, culturas, farão, assim, as melhores escolhas para si.

Promove os orgânicos, os cultivos familiares e rejeita o que não é comida: os industrializados muito processados.

Em resumo: Coma comida de verdade, cozinhe mais, compartilhe refeições com pessoas queridas e fique longe dos ultraprocessados  ( repetido para fixar rs). 

Acesse o link abaixo e conheça o guia e leia, se possível. Se este assunto te encanta como a mim, vai adorar!

Até a próxima!

tuberculos

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/11/novo-guia-alimentar-do-ministerio-da-saude-recomenda-alimentos-frescos.html